A Fundação do Banco do Brasil corre risco de ficar sem funcionários. A decisão do TCU (Tribunal de Contas da União), de outubro de 2020, determinou que a Fundação tenha um quadro próprio de empregados.
Pelo Acórdão, o BB deve elaborar e apresentar, no prazo de 90 dias, a contar da ciência, plano de ação para dotar a Fundação de quadro próprio, inclusive com as necessárias alterações estatuárias.
Os cargos e funções com mais de 35 anos podem ser modificados drasticamente. Atualmente, o quadro de pessoal da FBB é formado por empregados da ativa do banco, aprovados em concurso público, e que são cedidos à Fundação por meio de processos seletivos de extrema qualidade e complexidade.
Vale ressaltar que o relatório da CGU (Avaliação da Controladoria-Geral da União) não detectou irregularidades em relação ao convênio de cessão de funcionários. Pelo contrário, revela o compromisso e engajamento dos colaboradores com as causas sociais.
Se um corpo funcional “terceirizado” for utilizado pela Fundação vai gerar impactos incalculáveis e prejuízos aos projetos sociais selecionados e desenvolvidos pelos funcionários atuais.
Fonte: Movimento Sindical

