A crise energética do governo Bolsonaro leva o Brasil a ter de importar energia do Uruguai e da Argentina a preços exorbitantes. A Enel, distribuidora para 4 estados, pagou R$ 1.988,48 no Megawatt/hora (MWh) vendido pelo Uruguai; a Eletrobras pagou R$ 1.944,28, informa Lauro Jardim, no Globo.
As fontes solar e eólica são comercializadas a um valor 12 vezes menor. Em julho, os lances nos leilões promovidos pela Aneel e a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica variaram de R$ 120 a R$ 138,50 por MWh no caso da solar; e de R$ 150 a R$ 161,61 por MWh no caso da eólica.
O MWh argentino bateu R$ 1.1895,50 na semana passada. Entre janeiro e julho, o preço médio do MWh argentino foi de R$ 1.128.
Além disso, o governo acionou as termelétricas, que geram mais despesas. Os custos elevados são divididos entre os consumidores por meio das bandeiras tarifárias, que desde junho deste ano estão na faixa vermelha patamar 2, a mais cara.
Fonte: Brasil 247

